ITABORAÍ REALIZA CAPACITAÇÃO SOBRE INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS PARA ENFERMEIROS

O Dia Nacional de Combate à Sífilis é só 21 de Outubro, mas a cidade de Itaboraí já está na frente com as ações de combate a doença. Enfermeiros que atuam nas Unidades de Saúde da Família (USF) iniciaram na manhã desta segunda-feira (24/09), uma capacitação em Infecções Sexualmente Transmissíveis: Aids, Hepatites Virais e teste rápido.

Realizado no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, em Nancilândia, o encontro de hoje foi o primeiro, no total de três, que terão continuidade nos dias 05 e 10 de outubro. As capacitações serão ministradas pelo médico infectologista Vinícius de Menezes.

A ação é uma iniciativa do Núcleo de Educação Permanente de Saúde (NEPS) com o Serviço de Atenção Especializada de Itaboraí, com objetivo de capacitar os profissionais que atuam nas Unidades de Saúde distribuídos nos bairros do município, para que realizem o atendimento e identificação correta do HIV, sífilis e Hepatites. De acordo com a Secretaria Municipal de Saúde é importante que todos os enfermeiros estejam aptos a aplicar o teste rápido, para que auxiliem no diagnóstico precoce das doenças e na medicação para início rápido do tratamento.

“A sífilis tem tido um aumento muito grande no mundo e também no Brasil. Só no Rio de Janeiro os números são maiores que a média no país e isso é muito preocupante”, iniciou o médico infectologista mostrando os números do avanço da doença.

A proposta da Secretaria Municipal de Saúde é oferecer a população o teste rápido em todas as USFs assim que as equipes estiverem capacitadas. O teste rápido costuma detectar a infecção cerca de 15 dias após o contágio. Por enquanto ele pode ser feito gratuitamente no Serviço de Atenção Especializada, localizado na Avenida Luiz Fernando de Nanci, s/nº, quadra 13, sala 17, Nancilândia, das 8h às 17h.

“Para a população é muito importante que a saúde ofereça esta vantagem do teste rápido para que nossos pacientes possam diagnosticar precocemente essas doenças e tenham a oportunidade de iniciar o tratamento o mais breve possível. Muitos deles moram longe e o quanto antes, melhor”, comentou a enfermeira da USF de Marambaia, Jacilea Peixoto Tavares.

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