PROFISSIONAIS DA SAÚDE SÃO CAPACITADOS PARA A IDENTIFICAÇÃO DA SÍNDROME ALCOÓLICA FETAL

Profissionais da rede pública de saúde participaram nesta quarta-feira (12.12) de mais uma edição do programa de educação permanente, que teve como tema a Síndrome Alcoólica Fetal (SAF). A iniciativa capacitou cerca de 70 profissionais, entre os quais médicos, enfermeiros, dentistas e os da atenção básica, para o atendimento, identificação e o tratamento de casos de alcoolismo durante a gestação. A iniciativa faz parte do Programa de Prevenção a SAF, implantado desde setembro no município.

Nos três meses de implantação no Centro de Saúde, o programa atende desde os pacientes até a rede médica, que faz o acompanhamento das gestantes durante o pré-natal. Com os profissionais da saúde são passadas orientações de como identificar os casos de uso de bebida alcoólica em gestantes e alerta sobre os males que podem ser causados ao feto.

Petrópolis acompanha a média nacional de identificação de casos de SAF. A estimativa é de que 30%, de cerca de 5 mil gestantes acompanhadas por ano fazem o uso de bebida alcoólica durante a gestação.

Durante a palestra, são destacados os males que o álcool gera aos bebês, que vão desde sintomas físicos leves a casos de microcefalia e até de morte. “Essa é uma doença subestima e negligenciada por conta da desinformação”, destaca a coordenadora de Políticas Sobre Drogas no município, Leandra Iglesias, que reforça que a falta de informação atinge toda a rede de atendimento, por isso, o programa tem avançado na conscientização de profissionais da área de saúde, que a partir do programa passam a ter qualificação para identificar a SAF nos bebês e faz um trabalho minucioso com as gestantes.

A prevenção da SAF foi inserida no programa de atendimento de grávidas acompanhadas pelo Centro de Saúde. Toda segunda-feira, cerca de 20 mães fazem dão início ao pré-natal e recebem as informações sobra a SAF logo nos primeiros dias de gestação. “Nesse momento as mães já recebem as informações de todos os danos que a ingestão do álcool pode causar aos bebês”, conta Leandra.

Para 2019, o programa do governo vai avançar pelas maternidades da rede pública e será levado para as instituições privadas, além de percorrer escolas e demais unidades da rede pública.

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