10 MINUTOS SALVAM VIDAS: MAGÉ CONTRA O MOSQUITO AEDES AEGYPTI

Você sabia que 10 minutos podem salvar vidas? Com base nisso, a Secretaria de Saúde, por meio dos agentes de combate a endemias e os agentes comunitários das USFs, uniu forças para neutralizar a proliferação do mosquito Aedes aegypti, com o intuito de orientar os moradores sobre como combater o vírus causador de doenças como a dengue, zika, chikungunya e febre amarela. A ação foi realizada no bairro Flexeiras na última terça-feira (21).

No último ano, os agentes de saúde realizaram 800 mil visitas domiciliares em seis ciclos bimensais, além de 138 visitas técnicas aos espaços laborais do município, 109 reuniões técnicas, 213 contatos técnicos, 465 palestras educativas, 22 mutirões, 25 eventos em todos os distritos e 88 caminhadas, que ao todo somam mais de 80 mil pessoas envolvidas. Para 2020, a expectativa da Secretaria de Saúde é que esses números aumentem ainda mais.

“O nosso combate ao mosquito Aedes aegypti é frequente. E devido a essa época do ano que a contaminação é mais constante, a gente acaba intensificando as nossas ações. Por isso temos a Coordenação de Saúde e Mobilização Social, a Coordenação de Vetores com agentes de Combate a Endemias e temos as Unidades de Saúde da Família com os agentes comunitários, que são nossos parceiros e, junto a esses três segmentos, existe o quarto e o mais importante: o cidadão mageense, que pode combater o vírus na própria casa ou ambiente de trabalho, tirando apenas 10 minutos do seu tempo para fazer uma vistoria no ambiente em que vive”, alerta Marcos Vanini, coordenador de Mobilização Social.

Os agentes caminharam pelas ruas do bairro distribuindo informativos e alertando os moradores e incentivando na realização do checklist semanal para combater o desenvolvimento do mosquito, que costuma causar epidemias em todo o estado durante esta época do ano.

Os mageenses estão seguindo as recomendações dos agentes e colocando em prática aquele velho ditado que diz que é melhor prevenir do que remediar. A dona de casa Ivanete da Silva Neto, que já foi infectada duas vezes pelo vírus da dengue, conta que tem o costume de verificar onde há possíveis focos da doença.

“Quando eu vejo que tem água de chuva empossada em qualquer recipiente, eu viro para baixo. Essas visitas dos agentes da Prefeitura são muito importantes para evitar as doenças, ainda mais nos quintais que possuem crianças, como o meu”, disse.

A professora aposentada Jueni Santana recebeu um dos agentes em sua residência e prestou muita atenção nas orientações dadas pelo profissional. “Nossa preocupação é constante, eu não espero a equipe vir. O que eu posso, eu faço e acho que isso faz muita diferença. É uma pena que muitos não se preocupam”, contou Jueni.

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