DURANTE A PANDEMIA DE COVID-19 A PREVENÇÃO CONTRA O AEDES NÃO PODE PARAR

Apesar do medo causado pelo novo coronavírus, as pessoas não devem deixar de se proteger do mosquito Aedes, transmissor de doenças como chikungunya, febre amarela, dengue e zika. Só nos três primeiros meses de 2020, o Estado do Rio de Janeiro já registrou mais de 2 mil casos de dengue. Magé segue em índice de 0,7% para infestação por Aedes aegypti e 0,8% para Aedes albopictus, abaixo do mínimo que é considerado nível de risco das doenças.

Devido a pandemia, os agentes de controle de endemias do município de Magé realizam a visita somente até o portão, com as orientações de prevenção ao Covid-19, sempre observando a distância mínima de 1,5m do morador e reforçando que é preciso que os cidadãos ajudem na caça e combate aos possíveis focos do Aedes.

“A gente precisa reforçar o combate ao mosquito Aedes aegypti. Estamos passando por momentos de medo e angústia, mas não podemos descuidar dos focos dentro de nossas casas”, ressaltou Marcos Vanini, coordenador de Educação em Saúde e Mobilização Social.

De acordo com o decreto municipal nº 3.340, o Programa 10 Minutos Salvam Vidas está suspenso temporariamente durante a pandemia e a Secretaria de Saúde ressalta que o município de Magé registrou nestes primeiros meses do ano, apenas três casos de dengue, mas ressalta e pede aos moradores para continuarem com os cuidados. Com apenas 10 minutos por semana pode se afastar o perigo do mosquito Aedes e a rotina semanal pode impedir o desenvolvimento da larva do mosquito. O ciclo de vida do Aedes, do ovo até a fase adulta, leva cerca de 7 a 10 dias e uma vez por semana, é necessário para interromper este ciclo.

Sintomas da dengue

Na dengue, a primeira manifestação, em geral, costuma apresentar febre alta (39° a 40°C), seguida de dor de cabeça, dor muscular, prostração, dor nas articulações, perda de apetite, fraqueza, dor nos olhos, irritação na pele e manchas pelo corpo.

A doença tem duração de 5 a 7 dias, mas o período de convalescença pode ser acompanhado de grande debilidade física e prolongar-se por várias semanas.

Com tanta doença assustando a população, a prevenção é sempre o melhor remédio, lavar as mãos para espantar o coronavírus e eliminar os criadouros do Aedes, são responsabilidades de todos.

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